Arte que encanta e envolve

20/06/2022

O Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) recebeu a pianista Jennifer Heemstra e as sopranos Susan Williams e Manuela Korossy para uma apresentação na segunda-feira (20/06/2022). As três artistas apresentaram uma série de músicas às crianças, acompanhantes e funcionários no hall central do HCB.

Nicolas Leal (foto acima, no colo da mãe), dois anos, gostou tanto do show que decidiu participar. O menino começou dançando na cadeira em que estava sentado, mas logo correu para o palco e, no colo da pianista, ajudou as musicistas na apresentação (veja o vídeo aqui).

“Amei o jovem rapaz pianista, ele foi muito inspirador e muito bom! Amo ver como as crianças respondem à música e ao piano; quando elas estão tão animadas em tocar, isso me motiva a continuar praticando diariamente”, disse Jennifer Heemstra. A cantora Susan Williams (foto acima, de saia branca) também gostou da participação do menino: “O entusiasmo é contagiante e é por isso que nos apresentamos, para trazer alegria às pessoas – e ele definitivamente estava demonstrando alegria e animação”

A mãe de Nicolas, Marina Leal, contou que o filho gosta bastante de música: “É a segunda vez que ele sobe para tocar o piano junto; outro dia, fez isso com um pianista que também estava se apresentando aqui. Eu nunca tinha ouvido esse tipo de canto assim, de perto; achei muito legal!”.

Emanuel da Silva (foto abaixo), oito anos, também se encantou com a apresentação. “Eu gostei! Nunca tinha ouvido música assim, só pela televisão”, disse. A mãe do menino, Wildenê da Silva, acompanhou o show junto com o filho: “É muito lindo! A gente nunca saiu para assistir esse tipo de música, então é bom ver uma apresentação assim aqui, no Hospital”.

Além de Heemstra e Williams, que são americanas, a brasileira Manuela Korossy (foto acima, de vestido azul) participou da apresentação; foi a segunda vez que a soprano cantou no HCB (em maio de 2021, ela foi acompanhada pela Orquestra Filarmônica de Brasília). “Criança tem uma percepção que a gente não tem depois que cresce, uma percepção mais clara. Essa forma de se aproximar, de ter curiosidade, mostra como a música é uma coisa que está com todo mundo, que pode ser parte do dia a dia das pessoas”, afirmou Korossy.

 

Texto e fotos: Maria Clara Oliveira