Reconhecimento aos voluntários

27/10/2016

 

O Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) homenageou todos os voluntários que atuam ou já atuaram no HCB. O reconhecimento aos colaboradores foi expresso em um evento (25/10/16), que reuniu participantes dos 13 grupos de voluntariado do Hospital.

O superintendente executivo do HCB, Renilson Rehem (foto acima), afirmou que a presença dos voluntários é uma característica que distingue o Hospital. Ele também explicou que a motivação do voluntário para atuar no HCB é diferenciada, por não ser obrigatória. “Por mais que a gente ame o nosso trabalho, é um trabalho. O voluntário vem aqui por uma única razão: porque ele quer servir, quer dar amor”, disse.

A presidente da Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças com Câncer e Hemopatias (Abrace), Ilda Peliz (foto acima), comparou os voluntários aos tratamentos oferecidos pelo HCB: “Eu falo que voluntário é a pílula gostosa do Hospital. O médico traz injeção; o voluntário só dá alegria”.

O diretor administrativo do HCB, Hélio Silveira (foto acima), falou sobre ter o voluntariado como uma das responsabilidades de sua área: “Muito me orgulha isso, por todo o trabalho da equipe e a integração muito importante com os voluntários da Abrace”.

Para o diretor-presidente do Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (Icipe), Newton Alarcão (foto acima), “o trabalho voluntário é a alma e o coração da instituição”. Segundo ele, “o voluntário é a presença da comunidade no Hospital”.

Algumas das voluntárias foram destaque no evento por acompanharem os pacientes desde a inauguração do Hospital: Maria Odete de Souza, Áurea Oliveira e Nádia Porto.

Para Nádia Porto (foto acima), o trabalho como voluntária é motivo de orgulho: “quinta-feira é o dia mais feliz da minha vida, é quando saio da minha casa para vir aqui. Tenho o maior orgulho de dizer que sou voluntária no Hospital da Criança!”.

Áurea Oliveira (foto acima), que atua como contadora de histórias, afirma que a reação das crianças traz o reconhecimento pelo serviço. “A gente chega, a criança está deitadinha... E aí, ela levanta. Ela vai te conhecendo, aí te recebe de novo, sabe? É muita emoção”, explicou.

Voluntária em hospitais desde 1983, Maria Odete de Souza (foto acima) acredita que quem mais recebe carinho é o próprio voluntário. “Me sinto feliz demais! Quando eu venho para cá, é aquela alegria. O que nós damos às crianças é pouco perto do que elas nos dão”, contou Maria Odete, que recomenda “a todas as pessoas que experimentem o voluntariado”.

 

Texto e fotos: Maria Clara Oliveira
Edição: Carlos Wilson
Coordenação de Comunicação: Ana Luiza Wenke