Reabilitação destaca atenção em conjunto

30/08/2016

O Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) realizou, na sexta-feira (26/08/16), sua II Jornada Multidisciplinar em Reabilitação. Reunindo profissionais de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e musicoterapia, o evento abordou a assistência interdisciplinar a crianças e adolescentes com doenças crônicas.

Na abertura do evento, o superintendente executivo do HCB, Renilson Rehem (foto acima), destacou a importância da reabilitação para o trabalho desenvolvido no Hospital. “Essa é uma área que tem um papel fundamental na busca da integralidade da atenção”, disse Rehem, e completou: “nosso objetivo no Hospital sempre foi apresentar aos pacientes vários tipos de abordagem multidisciplinar, interdisciplinar, principalmente na área da reabilitação”.

A diretora técnica do HCB, Isis Magalhães (foto abaixo), contou que, ainda no surgimento do Hospital, havia sonhos para o trabalho que seria realizado na instituição. “Um desses sonhos é exatamente isso: que todos os outros colegas profissionais, de todas as outras disciplinas, absorvam a ideia do cuidar, da assistência, do cuidar de forma integral”. A diretora reforçou que, na atenção a doenças crônicas, a equipe tem que atuar unida para auxiliar o paciente. “O paciente crônico precisa identificar a equipe que entende da sua doença e é preciso que todas as especialidades, de forma interdisciplinar, consigam ajudar”, disse.

A gerente do Núcleo de Saúde Funcional da SES/DF, Camila Medeiros (foto acima), elogiou o trabalho do HCB. “A gente busca esse trabalho em equipe, de interdisciplinaridade; o nosso olhar está sempre voltado para esse trabalho, que vocês já desempenham aqui muito bem”, afirmou.

O presidente do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional do DF (Crefito), Bruno Fernandes (foto acima), também abordou a união de profissionais de diferentes áreas para garantir o atendimento ao paciente. “Todas as nossas ações de saúde, sejam elas na gestão, na política, na atenção, na assistência, têm que ser focadas no paciente. Quando você faz isso, você também vai para uma nova dimensão, que é a transdisciplinar”, afirmou.

 

Texto e fotos: Maria Clara Oliveira
Edição: Carlos Wilson
Coordenação de Comunicação: Ana Luiza Wenke