Muita música para as crianças

16/10/2016

Na terça-feira (13/09/2016), o Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) foi tomado pelo som da Banda de Música do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal. Em apresentação para pais, crianças e adolescentes, os bombeiros tocaram sucessos nacionais e internacionais e encantaram o público do Hospital.

Esta foi a quinta vez que a banda veio ao HCB. Segundo o maestro e Tenente Áulus Carvalho, “é sempre gratificante se apresentar aqui. Devido aos pacientes, buscamos fazer um trabalho diferenciado"  Ele também diz que os músicos se sentem orgulhosos quando a banda vem ao Hospital. “Nossa avaliação é a melhor possível, para não dizer nota 10”, garante.

A banda dos Bombeiros não tem cantor – por isso, as crianças que assistiram à apresentação trataram de soltar a voz para acompanhar os instrumentos. Que o digam os irmãos Guilherme Cordeiro (foto acima, à esquerda), 11 anos, e Gustavo Cordeiro (foto acima, à direita), sete anos. Os dois não perderam nenhuma música, e mostraram que sabem de cor as letras de ‘Happy’, do cantor Pharrell Williams, e de ‘Fico assim sem você’, eternizada pela dupla Claudinho e Buchecha.

Cardenis Cordeiro, mãe dos garotos, também apreciou as melodias tocadas pelos Bombeiros e gostou bastante da apresentação. “É bom para as crianças se distraírem um pouco. Também é uma ótima diversão”, disse.

As músicas também contagiaram a Isac Braga (foto acima), oito anos, e Mirele Araújo (foto acima), seis anos. Os dois ficaram bastante surpresos com a quantidade de instrumentos, mas Isac admitiu: “Achei um pouco barulhento”.

Quem aproveitou mesmo o show foi Luiz Leonardo (foto abaixo), 13 anos. O garoto até tentou aprender a tocar clarinete e saxofone com alguns dos sargentos dos Bombeiros. “Eu sempre pensei que a única atividade dos Bombeiros era apagar fogo. Não sabia que eles tinham uma banda”, relata.

Apesar de não ter muito sucesso com os instrumentos de sopro, Luiz garante que tem habilidades musicais: “Sei tocar bateria. Comecei há um ano e, agora, toco na minha igreja”. Mas ele tem os pés no chão. Quando perguntado se seria capaz de integrar a banda dos Bombeiros, ele reconheceu: “tenho que melhorar muito”.

 

Texto e fotos: Augusto Almeida
Edição: Carlos Wilson
Coordenação de Comunicação: Ana Luiza Wenke