Mãos limpas contra as doenças

30/12/2018

O Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) preza pela segurança das crianças e adolescentes que atende – por isso, assegura que as seis metas internacionais de segurança do paciente instituídas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) sejam cumpridas. Uma delas é incentivada diariamente: a higienização das mãos, pois “é considerada uma salvadora de vidas”, explica Carla Silva, enfermeira do Serviço de Controle de Infecção do HCB.

Diferente da limpeza com água e sabão, que apenas retira a sujeira visível, o álcool mata os germes. “A falta da higiene pode causar diversas infecções no paciente, aumentar o tempo de internação dele e, inclusive, levá-lo à morte”, explica a enfermeira.

Para que tanto os funcionários quanto os usuários do Hospital mantenham as mãos devidamente higienizadas, o HCB disponibiliza álcool em gel nos corredores, brinquedotecas e quartos de internação. “Como tem álcool em todo lugar, isso facilita o uso”, fala Davi Jordão, 14 anos (foto acima).

Para Isabela Barros, 10 anos, o hábito de limpar as mãos vai além do Hospital: “Eu e minha família sempre fizemos essa higienização, pois elimina as bactérias”. Já Flávia Soares, recepcionista do HCB, adotou a prática quando entrou no Hospital: “Eu soube que era importante depois que entrei aqui e, agora, sempre procuro usar”.

Para se prevenir contra infecções, é preciso fazer a higienização após ir ao banheiro, antes de se alimentar e antes de tocar a face, olhos, nariz, boca, etc. Além disso, os profissionais devem fazer a higienização: antes e depois de tocar nos pacientes ou nas áreas ao redor dele (cama, bombas de fusão); antes de um procedimento asséptico (pulsão de veia, sondagem); quando há risco de contato com urina ou fezes.

 

Texto: Wanderson Ramos
Edição: Carlos Wilson
Coordenação de Comunicação: Ana Luiza Wenke