Espírito olímpico chega ao Hospital

12/08/2016

As crianças e adolescentes atendidos no Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) receberam uma surpresa na tarde de quinta-feira (11/08/16): Armando da Silva de Moura, um dos condutores do revezamento da tocha olímpica no Distrito Federal, esteve no HCB para falar sobre sua experiência.

Com apenas dois anos de idade, Manasses Esteves (foto abaixo) não entendia muito bem o que a tocha representa, mas tirou uma foto no colo do pai. Sua mãe, Erika Esteves, tem outros dois filhos e valoriza a prática de esportes. “Meu filho Miguel é mais velho. Ele não faz esses esportes de olimpíada, mas acho que é importante não ficar parado. O Miguel gosta de bicicleta, sabe andar de skate, patinete”, conta.

Beijamin Batista (foto abaixo), seis anos, também aproveitou a oportunidade de ver a tocha olímpica. Sua avó, Marli Batista, ficou feliz com a visita. “Para as crianças, acho que a tocha representa o esporte, incentiva todas elas. O esporte é tudo, porque é alegria, é exercício, é uma terapia. Se você está com raiva, é motivo de você jogar aquela raiva para fora”, afirma Marli, que foi jogadora de futebol de salão até os 17 anos.

Armando de Moura foi escolhido para participar do revezamento de condução da tocha olímpica por meio de uma promoção de uma concessionária de veículos. “Eu escrevi a minha história, enviei e eles me escolheram. Eu tenho oito parafusos na coluna, já fiz cirurgia de rins, vesícula. Sempre desafio jovens a praticar esporte. Acho que, por isso, me escolheram para participar”, explica.

Segundo ele, não há como descrever a experiência de participar do revezamento. “A gente conduz a tocha só por 200 metros. Como a pessoa que carregaria depois de mim não veio, eu conduzi por 400 metros. Ver todas as crianças correndo, gritando, querendo tocar a tocha é muito lindo, é indescritível”, garante.

 

Texto: Maria Clara Oliveira
Fotos: Luís Felgueira

Edição: Carlos Wilson
Coordenação de Comunicação: Ana Luiza Wenke